sexta-feira, 30 de junho de 2017

Bobo é aquele que só faz perder a confiança; BH, 0140402001; Publicado: BH, 0220802014.

Bobo é aquele que só faz perder a confiança,
Tolo é o que diz não ter fé, imbecil é o que só 
Sabe negar; e não crer em nada e descrer de 
Tudo, é uma besta quadrada do ceticismo que,
Vangloria-se da falta de fé e da própria 
Incredulidade; o ignorante que sobrevive da 
Perda da crença, enaltece a descrença com 
Depreciação e nem liga à desonra e ao 
Descrédito e ao não ter crédito e é mal 
Concatenado no universo; despregado do 
Mundo e desconjuntado do planeta,
Descosido como um corpo cuja costura se 
Desfez e os membros entraram em órbitas 
Diferentes; e ao descosturar do fogo e ao 
Desfazer do ente, ao desmanchar a costura 
Final, no descoser do último suspiro e torna 
Impossível abrir as clareias em matas;
Perscrutar manifesto e atinar as chamas,
Notar as diferenças e descobrir novos 
Princípios; e enxergar com visão de 
Visionário e tirar a cortina de frente do sol;
E descortinar de noite a lua e bastar de 
Grosseira com as estrelas; por fim à 
Indelicadeza e não lidar mais com a falta de 
Cortesia; não fazer mais ação descortês e 
Esquecer a descortesia; o bobo só sabe ser 
Grosseiro, o tolo indelicado, o tosco é o que 
Não é cortês e vê dia a dia o tirar de si o 
Ânimo, a coragem e ao desanimar diante do 
Dia, ou ao descaroçar diante da noite, fica 
Descontrolado pelo medo; a covardia não o 
Deixa controlado, demonstra ser desequilibrado 
E descomedido, afunda mesmo ao ser seguro 
Pela mão de Cristo; aprende a não descontrolar-se,
Não desequilibrar-se em vão, para que perder o
Controle e o domínio de si mesmo? para que 
Descomedir-se com descontrole? e aí quer 
Desconversar, quer deixar de conversa, quer 
Fugir do assunto da conversa; e fazer-se de 
Desentendido e a dissimular, não esconde o 
Descorante do rosto; não guarda a face que 
Descora, não evita o descorar do semblante, a
Insegurança faz tirar a cor; faz empalidecer e 
Fica igual a um boi que, alguém acabou de 
Descornar; tonto e tímido e perdido e lívido 
Em redução e abatimento e não sabe como 
Descontar o prejuízo; não sabe a quem pedir o
Desconto e fica interrompido e não contínuo, 
Fica como se fosse um eterno e infinito 
Descontínuo, sem escala de contenção.

Quando resolver vencer toda dificuldade; BH, 0140402001; Publicado: BH, 0220802014.

Quando resolver vencer toda dificuldade 
Que, se abate sobre mim e assim, 
Desobstruir o florescer da minha essência,
Será, por minha fé, como fazer sair um navio,
Do lugar onde  se encalhou;
E será tirar do encalhe, a mercadoria ruim 
Que, ninguém quis comprar; será o 
Desencalhar da xepa, no final da feira de 
Domingo chuvoso; e desviar por fora, 
Ao deslocar de encontro ao destino,
Sem fazer sair dos encaixes,
As engrenagens nervosas,
E desencaixar os eixos,
Dos caxos das engrenagens,
Desprender-me-ei do cair com força,
Da chuva e da tempestade;
Serei impermeável e quando romper com
Ímpeto aquela madrugada do sublevar da 
Alma e do espírito, do excitar dos instintos
Que, ressuscitam a libido, não dará mais 
Para desligar o acelerador de partículas;
Não se saberá mais conter e soltar da matéria,
O desencadear dos efeitos e das causos nas
Moléculas, átomos, prótons, neutros, movimentos
E nos elementos etéreos que, não conhecem
O desemprego na natureza e nem a falta 
De emprego e de trabalho nas suas leis e nos
Seus princípios; e na natureza nada fica 
Desempregado, cada um tem a sua função;
Não existe o desempregar: o tirar, o demitir,
O exonerar, o ficar sem, o desarrumar dos 
Seus lugares; e o que estava empilhado, 
Desempilhar, para afastar, livrar da parte,
Desinfeccionar e desempestar para ceder, 
Acabar a perrice e a teima; soltar o que 
Estava perro, igual o tornar lasso, o esfincter, 
Para desemperrar os intestinos; e assim 
Será o meu desempenho, o modo de
Representar-me a execução da interpretação; 
E no desempenhar da melhor maneira possível,
Quando resgatar e pagar as dívidas e desobrigar
E executar e exercer para dividir, para valer,
Tirar o empate do jogo e desempatar a partida,
Marcar o gol da vitória; e desfazer o embrulho
Das trevas, desembrulhar as sombras das 
Penumbras, sem desembolsar um centavo; 
Não tenho dinheiro para gastar e no bolso e na 
Bolsa, não carrego o maná; quando, enfim, chegar 
O dia, com fé e com paixão, será o dia da vitória do anão.

Prefiro ser aquele que desata a dor; BH. 0180402001; Publicado: BH, 0290802014.

Prefiro ser aquele que desata a dor, ser
O desatador do nó cego, do laço firme, 
Do que ter um revés grave; do que passar
Por uma fatalidade e sofrer uma desgraça,
Com acidente funesto e infausto, desastre
De grandes proporções; prefiro ser um defunto,
Do que ser um indivíduo que põe tudo
A perder; um ignorante deselegante, um
Desajeitado que resultou em receio; um
Desastrado causador de agitação; que esparrama
A inquietação e a falta e sossego e faz
Jus ao desassossego no seio da humanidade;
A pior coisa que tem é tirar o sossego a
Alguém, é perturbar a paz, inquietar-se,
Dessossegar-se e desassossegar-se aos outros;
O pior espírito é o sobressaltado, inquieto,
Que perdeu o sossego; é o desassossegado,
Que confunde ousadia, desconhece confiança,
Confunde intrepidez e franqueza com falta
De assombro; o ente com desassombro, vive
A tranquilizar-se, a desanuviar o céu; e
A livrar e a desembaraçar o ser de tudo que faz
Sombra à sua alma; o corpo sem medo, vive a
Desassombrar-se, é corajoso e franco; plano
Igual ao bom terreno, aberto e descampado
E nada esconde no interior; não tem
O íntimo sombrio e o lado de fora também
É todo desassombrado, pois, expele o desasseio,
Abomina a falta de asseio e é de desnortear-se,
Abalar-se e sair desordenadamente da sujeira
À toa; e de mastros e enxárcias, desarvorar, e o
Conjunto de cabos fixos que seguram os mastaréus
E a viver desarvorado, desaparelhado ou 
Desmastreado, tal um navio; e se um povo que vaga
Sem governo, desnorteado, o melhor é desarticular,
Desunir o corpo pelas articulações; desconjuntar
E desarrumar o sangue na hemorragia,
Tirar o arrumo dos ossos; desordenar os nervos,
Com o desconserto dos dentes, com o desarranjar
Da carne; o efeito de desarrumar a pele, na
Completa desarrumação dos poros da pele;
Mas o desarrolhar da cabeça, o tirar a rolha
Do cérebro, para a diarreia, cura a disenteria,
O contratempo intestinal e o transtorno da
Desordem que veio para desconsertar e desarranjar,
Com desarranjo mental, que saiu da disposição regular,
E desarranjou até extinguir a vida velha da era nova. 

É de doer nos corações dos sensatos; BH, 0300602017.

É de doer nos corações dos sensatos,
Saber que, os corações dos insensatos da 
Capital do Tucanistão, ex-estado de São Paulo,
Teve a absurdidade de votar num João Dória Jr
Para prefeito da capital, em preterência dum 
Fernando Haddad, só por ódio ao PT, Partido 
Dos Trabalhadores; João Dória Jr, um notório 
Bajulador da burguesia, um público puxa-saco
Da elite, hoje mostra na prefeitura, o típico
Administrador anti popular que é; membro do 
PSDB, Partido da Social Democracia Brasileira,
Partido golpista que, aliou-se à plutocracia que,
Assaltou o poder, João Dória Jr, já é rejeitado
Por mais da metade da população da capital do 
Tucanistão; com a maioria dos seus líderes 
Envolvida  em corrupções, corrupta e corrompida, 
O PSDB ainda não tem ninguém na cadeia, pelo 
Aparelhamento que fez na justiça, através do STF,
Supremo Tribunal Federal, ou Supremo Tucanato 
Federal, MPF, Ministério Público Federal, MPE, 
Ministério Público Estadual, PF, Polícia Federal,
TCU, Tribunal de Contas da União,TCE, Tribunal
De Contas Estadual, que, além de protegerem, dão
Garantias, segurança e confiança à demotucanalhada
Canalha, canalha, canalha, que, ninguém sabe o que, 
Tem debaixo daquela plumagem, que, tanto encanta
Seus vassalos na justiça; não há um único corpo na
Justiça brasileira, federal, estadual, municipal, que,
Não seja conivente, comparsa, cúmplice com os
Golpistas da plumagem do PSDB; de Sérgio Mouro
Torto ao Gilmar Mendes, a passar por Joaquim 
Barbosa, agora Marco Aurélio Mello, com essa 
Medida acalentadora para Aécio Neves, todos já 
Confraternizaram-se nos crimes, nas traições, nas
Entregas do patrimônio nacional, nas perseguições
Aos trabalhistas, ao trabalhismo e aos trabalhadores
E seus partidos; e com a bomba arrasa nação que, é o
PMDB, Partido do Movimento Democrático Brasileiro,
O aliado no golpe jurídico/midiático, a democracia 
Brasileira levará algum tempo para extirpar esse 
Câncer enraizado na sociedade, enquanto os insensatos
Seguirem cegamente aos que representam essa maldade.  

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Estou desarranjado e quero extinguir o mal; BH, 0180402001; Publicado: BH, 0290802014.

Estou desarranjado e quero extinguir o mal,
Destruir radicalmente o sofrimento,
Arrancar pela raiz o dente podre
E as ervas daninhas com suas raízes malditas;
E para desarraigar a discordância,
Quebrar a falta de harmonia,
Já que a desarmonia destrói o ser humano
E mata a humanidade;
Se não desmontar o mecanismo de disparo,
O de arma que está apontada,
Para a cabeça de cada ser humano;
Algo tem que ser feito,
Para fazer saltar, ou cair da mão,
A arma engatilhada;
Por que não reduzir as tropas
E os meios de ataques e defesas?
Por que não depor as armas?
E desarmar os espíritos,
Os corações e as mentes;
O homem tem que ser favorável,
A todo tipo de desarmamento;
Tem que tirar os armamentos do meio do povo,
Com licenciamento e redução das forças armadas
E o desaprumo do mundo acabará;
O desvio do prumo do planeta irá ao fim,
O efeito que faz a Terra desaprumar então desaparecerá;
A inclinação  e o desequilibrar,
Não serão mais notados;
O desviar para a reprovação da vida,
O rejeitar da paz e do amor,
O não aprovar a preservação
E o desaprovar da conservação,
Será o nosso fim;
Quero a censura dessa reprovação,
Quero desapossar quem sustentar
A desaprovação da natureza;
É preciso expropriar essa ideia,
Privar alguém da propriedade de querer
Destruir a vida na Terra;
E o menosprezo por quem quer desapropriar,
Tem que ser evitado,
Não pode ser tratado com falta de apreço
E esbulhar no desapreço;
Todo aquele que intenta despojar o solo,
Com posse de domínio,
Para desapossar das riquezas naturais,
Não poderá mais no causar desapontamento;
Perderá a pontaria, por apontar mal e desapontar,
Os que acreditam no fim da desilusão
E na decepção causada por surpresa desagradável;
O mundo não poderá ficar com falta de auxílio
E proteção e pelo desapontamento de alguns,
Ninguém irá desapoiar o um por todos e o todos por um;
O desapoio pelo universo não passará,
O apoio às leis e aos princípios,
Ofuscará quem irá discordar e
Abandonar o barco da vida ao embarcar no da morte.

Deus é torna-me insensível; BH, 0180402001; Publicado: BH, 0280802014.

Deus é tornar-me insensível
E faça com que venha a perder
A compaixão e que, esqueça de 
Chorar, ao transformar-me num duro e 
Cruel; e tira a piedade de mim e que,
O desapiedar, a partir de hoje, seja parte 
Integrante do meu ser; não leva o meu 
Coração ao desaperto e nem queira 
Aliviar a dor do sofrimento que transporto 
E nem penses em desoprimir-me o
Espírito que componho, ao deixá-lo
Folgado, como um vestuário largo;
Não quero aprender a relaxar e nem
A afrouxar as correntes do meu peito;
E que nunca mais sinta o desabotoar
Das lágrimas por pena, o alargar do
Pranto e o desapertar do choro por dó;
Ficarei feliz em deixar de aperceber, em
Descuidar-me por privar-me e despojar-me
Dos apercebimentos; das provisões
Sentimentais e das munições emocionais;
Senhor, ensina-me a desaperceber com
Desprendimento, que viva com desinteresse;
E com desamor e indiferença pelos bens
Materiais; aumenta o meu desapego á vida
Inútil, faça com que consiga desapegar-me
Dos desejos; despegar-me das ambições,
Desapartar-me das luxúrias; e ao apartar-me
Das tentações, faça com que possa ficar 
Desmastrado, tal navio velho abandonado; 
Tira os aparelhos de mim ao desguarnecer-me
E ao desaparelhar-me numa eutanásia; 
Deixa-me totalmente desaparelhado,
Despreparado, desguarnecido igual a um 
Recém-nascido, abandonado numa lata de lixo, 
Longe do leite do peito materno; quero estar 
Sempre desaparecido, ser o ser que, 
Desapareceu no dia em que nasceu, olhar no
Espelho ao apagar-me e olhar nos meus olhos 
Ao morrer; e ao cessar de ser e de existir, 
Ocultar-me bem, sumir-me e desaparecer-me, 
Para que, não seja encontrado pelo Senhor 
E não seja merecedor do teu perdão, do teu 
Amor e da tua salvação; podes desatarraxar
Os parafusos da máquina e podes me
Desaparafusar, não quero serenar-me e nem me
Desassombrar; não precisas limpar as nuvens e
Dissipar as trevas para que o céu fique azul:
Não mereço o desanuviar do firmamento.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Desânimo e sério não enetnedo minha falta de ânimo; BH, 0180402001; Publicado: BH, 0280802014.

Desânimo e sério não entendo a minha falta de ânimo,
Desalento, não sei qual a causa do meu abatimento;
Sou um passarinho, que todos querem tirar do ninho
E desaninha, mas não é para aninhar; é para desalojar,
Sem ajudar, mas o esmorecer é maior do que o desalentar;
Perder o ânimo e a energia é num piscar de olhos e o 
Desanimar é só acordar; falto de expressão, covarde e 
Medroso, o bicho que perdeu a coragem de andar, o 
Animal que, desanimado, deixa-se degolar; querem ver a 
Desanimação: olhem para mim, querem ver a falta de 
Animação, fitem-me; é só apresentar um problema e 
Apresento a diarreia como solução; é só ter que enfrentar
A verdade e já começa uma fermentação nas entranhas;
E tudo fica a desandar e em mim então, é o me fazer
Andar para atrás; é o virar ao contrário o que seguia, o
Normal anteriormente e não paro de maltratar os fracos;
Não basto de bater muito em pequenos, fico feliz ao
Derrear com pancadas o infeliz; e rio ao desancar o pobre,
Porém, algo em mim, quer reconciliar-me comigo e meu ser
Quer tornar ao bom humor e desamuar de dentro do
Íntimo; o não dar garantias de esperança, o não sustentar
E nem segurar da reconciliação, quer acabar; e com auxílio
E com amparo, deixarei de desamparar os desamparados,
Para desamortalhar os desgraçados e afastar a mortalha 
Dos pobres; e sujeitar todos aos direitos comuns, desamortizar
Os bens de mãos mortas e aquele sabor cruel, aquele olhar
Que revela desamor, o olho desamorado, cegar, arrancar, furar;
E correr da crueldade, evitar o aborrecimento, impedir a desafeição,
O desamor; meu Deus, acaba com a falta de amor, não quero mais
Separar-me dos bons, só desfazer de montão, a roda do escarnecedores,
só desamontoar o covil dos ímpios; e desamolgar o coração dos perversos
E endireitar os caminhos tortos e desamassar a cara do que estava molgado; e pela qualidade de vida, 
Desamoedar a sociedade e sem
Moeda, desmonetizar o estado, para que os judas não nos traiam mais.

Vi marchar em filas e desfilar; BH, 0120402001; Publicado: BH, 0260802014.

Vi marchar em filas e desfilar,
Passar um atrás do outro
E suceder-se assim,
Toda a solução embaraçosa de difícil solução,
No desfiladeiro diante de mim;
E na passagem estreita entre as montanhas,
Uma voz falou-me:
Decifra-me ou devoro-te;
Não decifrei,
Não fui devorado,
Mas, via desfigurar-me;
A mudar-me a figura
E a deformar-me;
E tudo veio a deturpar-me
E a desconcertar-me;
Pensei:
Melhor seria ter sido devorado;
Ser alterado e viver transtornado
E demudado de feições,
Nenhum cadáver aceita;
Desfigurado defunto que mudou de figura,
Nenhum morto aceita;
Ajuda-me a analisar,
Tirar e separar as fibras da carne;
Ajuda-me a desfibrar,
A referir e a explicar minuciosamente:
Será que entenderei?
Ou vou correr em fio de líquido?
Vou fazer-me em fios na navalha?
Desfilar perante a todos sem reagir?
Preciso das respostas daquilo que se desfia,
Preciso ser esmiuçado,
Desfeito em fios;
Vivo ainda ao ser desfiado,
A pulsar para que alguém,
Possa tirar as ferraduras,
Da minha ignorância,
A sufocar-me;
Alguém precisa desferrar-me das trevas,
Desferir um murro na minha cabeça
E fazer vibrar meu cérebro;
E o espírito a atirar e a entoar canções
De transfigurado de corpo diluído;
Sólido destruído e que mudou completamente
A forma e ficou desfeito,
A fazer pirraça e a desconsiderar a situação;
E a fazer desfeita e a desfeitear o algoz,
O carrasco do cão que já foi puxado;
O revólver está engatilhado;
Chega o crânio perto do cano,
Que não quero errar,
Tenho medo de errar.

Sérgio Fernando Moro e vulgo Sérgio Moro Torto; BH,

Sérgio Fernando Moro e vulgo Sérgio MoroTorto
É um anti Lula, um anti Luiz Inácio Lula da 
Silva, o melhor presidente da República 
Federativa do Brasil, da História do Brasil;
E de outro modo, Sérgio Fernando Moro,
Vulgo Sérgio Moro Torto, é um Lula ao contrário,
Pois, o Lula sempre quis o bem do Brasil, 
Do povo trabalhador brasileiro; e o Moro,
Aqui chamado depreciativamente de Moro
Torto, só quer a destruição do Brasil, para
Beneficiar a sua pátria amada USA e seus
Pares da CIA, FBI, FMI; Moro Torto tomou
De refém a nação brasileira, numa luta contra
A corrupção, corruptos e corrompidos mas,
Desde que não mexam com o seu partido
Golpista, o PSDB, Partido da Social 
Democracia Brasileira, num fenômeno de
Parcialidade, que supera a fidelidade canina
Do Gilmar Mendes; quando um fato qualquer,
Uma delação premiada, um vazamento, atingem
Seus comparsas, seus cúmplices, o Moro Torto
Pede sigilo, investigação, desqualifica, diz que
Não vem ao caso, processa jornalistas 
Independentes e suas fontes e persegue 
Blogueiros progressistas; algoz do PT, Partido
Dos Trabalhadores, prende sem provas seus
Componentes, mantém propensos delatores
Presos numa tortura psicológica, até que 
Citem algum nome do partido dos seus 
Adversários transformados em inimigos, que
Numa justiça séria, autônoma, imparcial, o 
Impediria de fazer tais julgamentos; e Moro 
Torto passa no momento por uma saia 
Justa, pois, acusa e não consegue provas 
Contra seus perseguidos; a cambaleante 
Economia do governo golpista apoiado 
Por Moro Torto, já no ralo, na ralé do 
Mundo, espera o golpe fatal que arruinará 
De vez o futuro do pais, que não encontra 
Norte, para sair da democracia ferida; há
Incautos navegantes que, vivem a pedir a 
Prisão do Lula pelo Moro Torto, mesmo 
Sem crimes, não querem provas, querem 
Sangue; Moro Torto virará um marginal, 
   Lula já está no panteão dos nossos heróis.   

terça-feira, 27 de junho de 2017

A grandeza de Luis Inácio Lula da Silva; BH, 0190502017.

A grandeza de Luis Inácio Lula da Silva
Extrapola as expectativas dos inimigos e põe às 
Claras as vísceras apodrecidas do PIG, 
Partido da Imprensa Golpista e as entranhas de
Hipopótamo da justiça, onde não se encontra 
Mais, em nenhum dicionário de vocábulos, ou 
Jurídico, adjetivos para desqualificá-la pois, 
Todos os adjetivos desqualificativos possíveis,
Já foram usados contra ela; e enquanto as 
Instituições apequenam-se diante de um 
Gigante, na ânsia de exterminá-lo, mais a 
Grandeza desse titã, naturalmente, excede; e 
Os vira-latas ganem com os rabos entre as 
Pernas, com o cara que embasbacou Barak
Obama, enfrentou ditaduras, desafiou 
Patrões, trabalhadores pelegos, banqueiros 
Sanguessugas, o imperialismo selvagem, o 
Capitalismo agressivo, o neoliberalismo
Injusto e a globalização predadora e os 
Derrotou; não vendeu-se, não acovardou-ss
E nem maculou-se no meio dos lobos e dos
Porcos, das hienas carniceiras e das aves 
De rapina agourentas; e manter-se incólume
Na sua dignidade de reto, na sua personalidade
Inabalável e no seu caráter de honra, só 
Causou-lhe invejas e desfeitas alheias; a 
Grandeza de Luis Inácio Lula da Silva
Confunde-se com a grandeza da Pátria brasil,
Um engendrado noutro, dois colossos, duas
Maravilhas do mundo moderno, dois 
Paradigmas para a humanidade, um fruto 
Do amor do outro: Brasil fruto do amor do 
Lula, Lula fruto do amor do Brasil e quem 
Prova desse amor parece ficar encantado,
Enfeitiçado numa idiossincrasia contagiante
E não pensa mais em outra coisa.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Espero poder escrever alguma coisa bonita; BH, 0130402001; Publicado: BH, 0260802014.

Espero poder escrever alguma coisa bonita,
Com lindas letras,
Com belas palavras
E não é para mim
E sim para ti;
E não é para agrado meu
E sim para agradar-te;
E não faça desfeita,
Não venhas com ofensa
E com desconsideração;
E aceita como se fosse uma boa iguaria,
Feita de ótimo bacalhau desfiado,
Grão de bico e cebola;
Espero poder ter um bom desfecho,
Um remate de alto nível;
Conclusão de obra-prima,
Epílogo de obra de arte
E desenlace de romance de final feliz;
E que não venha romper nosso elo
E nem venha desencadear uma série de fatores contrários
E que tragam dissabores a nós;
Espero arremessar as letras,
Disparar e não machucar
E nem matar,
Igual a uma arma de fogo;
Quero só descarregar a tensão
E desfechar sem ilusão,
Mentira e irrealidade,
Uma obra que nunca venha destroçar-se;
Gastar-se com o tempo,
Dissipar-se no vento,
Ou derreter-se como se fosse gelo de neve;
E dissolver-se no ar,
Igual os gases e a fumaça e o fumo;
E o desmancar do que faz mudar a forma
E o estado de um corpo sólido de matéria,
Que com o desfazer-se dos elementos,
O perder-se dos movimentos,
Nada diz aos ouvidos atentos;
Creia que se for para desfavorecer-te,
Já teria matado-me,
Não vivo para não favorecer-te
E para ser tão desfavorável,
Prefiro morrer;
Não vivo para só contrariar-te,
Só ser prejudicial e contrário;
A causar desfalque na linha,
Ou a desfalcar o meio de campo,
Com diferença para menos na defesa;
E com diminuição no ataque,
Com redução de gols,
Ao ficar desfalecido o goleiro;
Ou desmaiado de emoção,
Amortecido e abatido,
Como o que perdeu a fé e a paixão
E as forças no esmorecer demais;
É decair a ponto de perder o brilho,
É desmaiar sem razão e desamparar
O pensamento do espírito;
É desfalecer a alma,
Explorar e não encontrar o sonho;
Roubar a joia e não trazer a coroa,
Tirar a parte de uma quantia
E reduzir-se de tamanho
E diminuir-se na grandeza,
Com um o que se há de fazer.

Não posso criar; BH, 0130402001; Publicado: BH, 0260802014.

  Não posso criar,
Tenho um cérebro deserto,
Um espírito desabitado,
Um ser solitário,
Um crânio abandonado,
Fossilizado;
Uma região árida,
De onde o líquido da vida desertou,
Tal um soldado do serviço militar,
Que a trânsfuga de desertor o levou à Clandestinidade;
E desesperado agora quer criar algo
E ainda não sabe que já perdeu a Esperança;
E que foi arrebatado pela morte
E enraivecido e furioso,
Em estado desesperador,
Como o que faz desesperar até as pedras;
E que não permite esperança,
Só desesperança,
Só cada vez mais desespero,
Que não faz perder 
E sim causar furor e raiva;
E irritar e afligir vivamente os olhos
E é tal o enraivecer,
Que o desfaçado,
Que o descarado imprudente se inibe
E o atrevido não se atreve,
A espalhar o furor desértico,
A aumentar o terreno que ao não ser Perfeito,
Não é parecido com este pelo aspecto   Geral;
O choro que fez despovoar,
Tornar ermo por desertar,
Por abandonar pelo olhar,
Desistir e fugir sem ver e enxergar;
Podem excluir-me da herança
E da sucessão;
E podem privar-me de bens,
De dons concedidos aos outros;
Podem deserdar-me,
Chamem-me deserdado,
Privado e não dotado,
Não posso criar;
E não faço deserção revolucionária,
Não faço mudança de partido;
E cairei por desequilíbrio,
Por falta de equilíbrio não crio;
E mesmo quando estou com cheiro
De quatro dias de morto de Lázaro
E a morte veio desequilibrar-me num Cadáver,
Deixar-me desequilibrado sem sepultura,
Mas com a pedra do sepulcro por cima;
Imponderado mental e descomedido,
Sem graça e insípido,
Desenxavido e desenxabido
E sem desenvolvimento,
Não crio uma saída;
Não crio um crescimento gradual,
Através de sucessivas mudanças;
E sonho que abraço cada ato
E cada efeito de desenvolver-me;
Sonho que caminho para o adiantado criar,
Para o crescido criar
E ser tudo que revela inteligência;
Ser aumentado saber
E desenvolvido conhecer;
E instruir-me e exercitar-me,
Em todas as operações implícitas em um Cálculo;
E choro ao perder o canhamento e a Timidez,
Ao expor um tema extensamente e com Minúcia;
E crio mais ao crescer,
Ao fazer-me progredir,
Ao projetar-me e ao produzir,
Abandono o antigo destino,
Não posso criar.

As redes sociais estão apodrecidas; BH, 080602017.

As redes sociais estão apodrecidas
E são inúmeros os semeadores do ódio, do 
Preconceito, linchamentos morais e 
Destruição de reputações; as redes sociais 
Refletem o baixo nível da sociedade
Brasileira anti trabalhista, escravocrata e 
Autoritária; terroristas digitais espalham o 
Pânico, o medo, a covardia, o horror e a 
Mentira passa a ser a verdade e o boato
Passa a ser fato; infelizmente, involuímos,
Voltamos à era medieval, quiça à idade 
Da pedra, devido ao nosso comportamento
Anormal, retrógrado, conservador, ditatorial;
E não estudamos, não pensamos, não 
Raciocinamos e agimos movidos por 
Emoções, sentimentos baratos, mesquinhos
E deixamos de lado a razão, a noção, o 
Raciocínio lógico, a percepção e até a 
Intuição deixamos de usar; e sofremos 
Horrores, cometemos horrores e não 
Envergonhamos-nos de nossas vergonhas
De estarmos nus de princípios, de 
Virtudes e vestidos de convicções
Obscenas; o país é, hoje, o pior 
Retrato do que há no mundo de 
Exemplo de sociedade; e não temos
Ética, pudor pudibundo, pundonor,
Critério e nem sabemos como nos 
Portar nem nos transportes públicos,
Onde homens e jovens correm na para
Sentarem nos lugares das mulheres e 
Dos idosos; e não há nada, um milagre
Sequer, que nos faça nos respeitar; e se 
Não nos respeitamos, como nos amaremos
Uns aos outros e aos nossos semelhantes?
E repito, as redes sociais estão putrefatas,
Profetizantes de ventos, boateiros baratos,
Falsos moralistas, perseguidores de 
Trabalhistas, de mulheres, negros, índios,
Homossexuais e outras minorias desprivilegiadas; e
Ouvimos fascistas, falamos de Deus e agimos como 
Se fôssemos demônios, ou seres de obituários.