quinta-feira, 20 de julho de 2017

A única força que pode ser usada contra Sergio Fernando Mouro Torto; BH, 0200702017.

A única força que pode ser usada contra Sergio Fernando Mouro Torto
(Que, tal qual a Colônia perseguiu, julgou, prendeu, enforcou, desmembrou,
Espalhou os pedaços e salgou as terras de Joaquim José da Silva Xavier, o
Tiradentes; a Casa Grande usou Domingos Jorge Velho, retratado como 
Herói na  História do Brasil, para dizimar o Quilombo dos Palmares, matar
O Zumbi e cortar suas partes: a Casa Branca usa o Sergio Fernando Mouro
Torto. para exterminar o Lula, Luiz Inácio Lula da Silva) é a força do povo 
Trabalhador brasileiro que, no momento, encontra-se desmoralizado, pois,
Acabou de ter os direitos trabalhistas perdidos, viu o maior líder dos 
Trabalhadores golpeado de morte, depois de um golpe escroto de estado,
Condenado pelo mundo todo e viu os inimigos dos trabalhadores 
Aboletarem-se no poder; se o povo trabalhador brasileiro quisesse, já 
Teria colocado o Sergio Fernando Mouro Torto no seu devido lugar, porém,
Abatido psicologicamente, sem encontrar reação, sem meio legal a recorrer,
Com a justiça totalmente dominada pelos golpistas e o algoz nacional 
Apoiado pela elite, endeusado pela burguesia, a nação trabalhadora 
Brasileira, ainda não encontrou o norte que, enquadrará o carrasco; e volta
A sofrer com a prática da tortura, prisões arbitrárias sem provas e sem 
Respaldo jurídico; e com todo o serviço sujo que o pseudo juiz presta à
Rede Globo de Televisão, esse povo operário sem medo não derrota 
As forças ocultas que, abateram Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, 
Jânio Quadros, Jango Goulart, Dilma Vanna Sousseff e agora o maior
E melhor de todos Luiz Inácio Lula da Silva; e o que mais o povo 
Deveria almejar, nessa luta contra as desigualdades, era a sabedoria 
Política, a inteligência que falta aos cegos direitistas, consciência social,
Mobilização constante contra a cleptocracia e delapidação pública dos
Golpistas; e adeus a esse injusto parcial e desonesto da província do 
Paraná, reduto tucano do qual, o povo paranaense não consegue se 
Libertar; e ao restante do Brasil resta despertar, abraçar a lucidez e não 
Se deixar enganar pelos destruidores do povo trabalhador brasileiro.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

De que serve todas as mansões e não se construir um pensamento? BH, 0290302001; Publicado: BH, 030202014.

De que serve todas as mansões e não se construir um pensamento?
E para que todos esses carros importados nas garagens das mansões, 
Se não se criar uma frase? para que todas essas contas em bancos e 
Em paraísos fiscais e não se conseguir gerar uma sentença? e a
Máxima é a possível? pobre em oração e mendigo em período, não ter
Ideias e nem ideal e sentir o que nem a disartria, a dificuldade na 
Articulação das palavras, por perturbação nos centros nervosos,
Causa de tanta aflição; é o pior do que o que rasga as entranhas, que 
Arruína o florescer e é diruptivo com o parecer que apresenta, diante da 
Sociedade; preciso parar de tornar um nulo, de impedir absolutamente 
A negação do ente e a insistência que quer só dissolver o ser, extinguir a 
Alma e suprimir as qualidades naturais que adquire-se ao nascer;
Não se pode deixar que as trevas venham dirimir a luz, apesar da 
Densidade das trevas e da pequenez da luz que habita a entidade e quer 
Lutar como um mau dirigível, como um balão que se pode dirigir, para o
Centro das cavernas; e quer é ter a inteligência dirigista como se fosse 
Partidário da economia dirigida; é preciso do dirigismo no espírito, como 
Doutrina e a prática da economia dirigida pelo Estado, são se sabe se
Ao dirigir assim, consegue-se mais virtude; não se sabe se ao dar 
Direção assim à mente aumenta-se o poder dela; mas, tem que 
Encaminhar o fruto da memória e da lembrança, como se eu fosse
Administrar, gerir, governar e assim, classificar o lado de dentro do crânio; 
E reger todos os lados do cérebro, conduzir, como um órgão bem dirigido
E bem administrado e orientado, o conjunto psicossomático, cujo dirigente 
Maior, o ego, ser a pessoa que dirige o eu, o diretor; phd na diretriz, na 
Linha que regula o traçado de um caminho, ou estrada, com norma de
Procedimento igual à mesma linha ao longo, ou em volta da qual se faz 
Correr outra linha, ou um sólido; e assim gostaria-se o conselho 
Encarregado, tal o da administração de negócios públicos, ou políticos,
Gostaria de ser o mesmo, a comissão diretora, o diretório da mesma 
Forma de governo, que funcionou na França de 1785 a 1799; mas que 
Nunca seja derrubado, igual ao que foi derrubado por Napoleão e sob a 
Diretoria da razão alta, ser o membro mentor, a estrela guia que regula e 
Acerta direto, tal em boxe, quando um golpe direto é aplicado em cheio e 
Mediante a distensão violenta do antebraço para a frente, com a mão bem
Fechada, o adversário da organização e da ordem, é o que vai e está em 
Linha reta e que não tem intermediário reto, direito, imediato à lona, ao 
Know-out diretivo à diretiva; espera-se que seja assim, que aprendamos a
Tratar os inimigos da natureza e suas leis e que nossos fetos sejam o que 
De mais se segue e se estende em linha reta e que venham no plano, no 
Desempenado, no liso e no ereto e que cada um seja reto e justo
Equitativo e honrado, e esteja do lado que fica a mão direita e como na 
Jurisprudência, seja regido pelo complexo de leis, ou regras que regem
O homem na sociedade e mostre o lado principal e mais perfeito, como o 
De um tecido em relação ao avesso; e que cada um seja um dique, uma 
Represa, uma construção forte para sustar, ou encaminhar a água corrente; 
E que cada um seja um reservatório com comporta, um açude guiado e 
Conduzido a matar a sede do ignorante; que cada um tenha condução a 
Exercer autoridade, governo e comando, como a linha de movimento d
Um corpo e com rumo, não abraçar a direita, a destra, o regime político 
De caráter totalitário e a desprezar a direitista, das direitas responsáveis 
Por todas as misérias e desgraças e pobrezas que assolam o mundo; 
E não deixar nem o responso, os versículos rezados, ou cantados
Alternativamente por algumas vozes em coro; e oração ao Santo Antônio 
Para que apareçam coisas perdidas e não ocorram males que se receiam.

Prefiro morrer de morte súbita a ter que celebrizar-me e nunca; BH, 02501002000; Publicado:0300102014.

Prefiro morrer de morte súbita a ter que celebrizar-me e nunca
Quererei ser um célebre, com qualidade de celebridade; a falsa
Notoriedade na mídia, com grande fama e notório fator nos 
Meios de comunicação; jamais serei digno de admiração e de 
Respeito e serei sempre este ser esquisito, que não sabe 
Concluir nem ato e nem contrato; não sabe dizer missa e nem
Engrandecer a si próprio e negarei e renunciarei a tudo que 
Queira exaltar-me; e celebrar-me, comemorar-me e festejar-me
Com solenidade e realizar com ritual apropriado qualquer ato 
Celebrante; qualquer celebração que venha pintar-me da cor
Do céu ao nascer e ao pôr o sol e na celagem do alvéolo do favo;
O conhecimento que trago, é menor do que o cubículo, onde o
Condenado está na prisão celular, na solitária; minha sabedoria é
Menor do que o aposento de frades e de freiras nos conventos e
Nos mosteiros; minha espiritualidade é ainda menor do que o quarto
De dormir, muito pequeno, a alcova, a cela e sou um ceifeiro da
Inteligência; só sei ceifar a vida, como o cortar dos tendões de aquiles
E dos cereais e segar, abater com foice, ou outro instrumento
Apropriado as cearas maduras, pode me assassinar e permito, pois,
Antes de amadurecer, apodrecer; tenho que passar pela ceifadeira,
A máquina, a mulher que ceifa, a mortandade do ser, o extermínio
Da alma; todos os cereais que se colhem de mim, podem ser jogados
Fora, a minha colheita é infrutífera, não tenho tempo para a refeição
À noite, junto com a família, a ceia; fui morto por minha obcecação, 
Traído por meu fanatismo, estrangulado por minha ignorância, vivo 
Em estado e qualidade de cego; tenho a incapacidade de ver, a
Cegueira de quem não sabe enxergar, nem pelos próprios olhos e
Ainda acredito que dar a luz, é receber a visita da cegonha; nome
Genérico das aves pernaltas da família das cicônidas; sim, sou um
Homem que não vê, não, um nó difícil de ser desatado; instrumento 
E utensílio cortante com o fio gasto, nasci privado do raciocínio,
Alucinado, igual ao meu filho; privado da vista, cego, nasci para me
Ofuscar, para me iludir e me enganar; só fiz perder e atirar o fio, me
Embotar diante da luz, só busco o que pode me fazer perder a razão
E me alucinar; não consigo me funcionar comigo e me deslumbrar
Com tudo que pode impedir alguém de se cegar; vivo às apalpadelas,
Sem nada ver, pior do que uma mulher cega e não tenho teor cefálico
E o que é relativo à minha cabeça e ao meu cérebro, é vazio de conteúdo;
Meu legado é só a cefaleia, a dor de cabeça crônica, minha herança é só
A cefalgia; ando para recuar, ganho terreno para fazer concessão, somo
Para diminuir, nada pode me atenuar; cessar meu pranto, a insegurança
Abala-me e fazer me mover para resistir, só sei transigir e conceder;
Qualquer pressão me causa distensão e o curvar-me sob o meu peso e o
Distender-me para transferir a outra pessoa a propriedade e o direito,
Que ao nascer, o destino soube entregar a mim; nunca pararei de ceder,
Continuarei a ser o mesmo cavalo-de-pau; cavalete para ginástica, ou
Saltos e o giro violento que dá o avião sobre si mesmo e a queda sobre
Uma das asas, devido a acidente na aterrissagem, ou na decolagem; só
Que continuarei a chorar, a verter quantas lágrimas puder, enquanto
Existir crianças a sofrer violências, abusos sexuais, torturas, agressões,
Espancamentos e tudo mais, continuarei a perguntar, se merecem
Continuar a viver, pessoas que maltratam crianças. 

terça-feira, 18 de julho de 2017

Jovens acéfalos a justificar atitudes de bucéfalos; BH, 0180702017.

Jovens acéfalos a justificar atitudes de bucéfalos,
Comportamentos animalescos e pensamentos de
Bestas feras que, vem de mentalidades bestiais;
Ruminantes de falas fascistas, usam os evangelhos,
Os nomes de Deus, santos e santas e pregam 
Combates com ódio, dissipam a ira, espalham a 
Raiva, dispersam a cólera, numa epidemia que,
Numa pandemia corrosiva que, tornam a sociedade
Uma paciente terminal; e para isso contam com 
Pensadores como Olavo de Carvalho, filósofos 
Tais Luiz Felipe Pondé, o historialista tirado a 
Historiador igual ao Marco Antonio Via, calunistas,
Colonistas, editorialistas do PIG, Partido da 
Imprensa Golpista, verdadeiros porcos do tipo
Dum Merval Pereira, Elio Gaspari; jornalistas de 
Duvidosas estirpes Ricardo Chuck Brinquedo 
Assassino Noblat, Augusto Sancho Pança do 
PIG Numes, Alexandre Gracinha Garcia; 
Artistas do bas-fond da Globo e estúpidos 
Como o Alexandre Frota; roqueiros ultrapassados
Lobão e Roger e junta-se à essa maligna  
Turba, pastores e padres midiáticos e eletrônicos
Como os da ultra direita Marco Feliciano,
Silas Malafaia, Everaldo e Fabio de Melo; 
Todo o antagonismo da anta Diogo Mainardi e 
Qualquer pensamento que destrua o pensamento
Progressista, o modelo revolucionário, a política
De inclusão social; e não sentem falta do
Republicanismo da democracia constitucional
Do estado de direito, da igualdade social; e 
Não querem educação para todos, cultura geral,
Saúde em primeiro lugar, a justiça realmente 
Igualitária, imparcial, sem partido, sem política; 
Assim são esses jovens acéfalos dignos de 
Pena, dominados por opiniões alheias, dos
Deformadores de opiniões e sem opiniões
Próprias; seguidores de Sergio Moro e Jair
Bolsonaro, são esses os filhos dos governos
Cleptocráticos, anti democráticos instalados 
Não só no nosso país, porém, em vários países
Mundo a fora, uma verdadeira praga maldita.

Vou me deixar queimar de leve e a me passar; BH, 02803101002000; Publicado: BH, 0150202014.

Vou me deixar queimar de leve e a me passar
Pela chama e não irei me chamuscar; e não
Sofrerei chamuscamento e nem queimadura
Leve; sou o vento, sou o gás do champanhe,
Do vinho branco espumante, do tipo Champagne,
França; sou a embriaguez do champanha e igual
Ao Papai Noel, entro pela chaminé e não me sujo;
E entro pelo tubo que leva a fumaça de um recinto
Fechado para o exterior, caio na lareira, no fornilho
Do cachimbo do Saci Pererê e não deixo de chamejar;
De brilhar cada vez mais como chama, de emitir chamas
Igual a salsa; de fulgurar e resplandecer, de ser 
Chamejante e o ser que chameja no escuro, sem ser
Um vaga-lume; é que carrego movido pela paixão e 
Carrego movido pelo ato revelador de pressa e de 
Afobação; é a excitação para os atos libidinosos, é a 
Inquietude da eterna juventude, que carrego dentro
Do eu, no meu espírito; é a amizade muito íntima, o
Namoro e o chamego, é o fazer e o ter vontade de 
Poder chamejar, sem o roupão para vestir ao levantar
Da cama, ou ao sair do banho; sem o chambre que
Desperta o instinto e apaga o lado grosseiro, apaga
O chambão, tal no futebol, o encontrão que gera a
Falta; e o chamariz do juiz, do que chama, que atrai,
Expulsa com engodo, ao mostrar o cartão vermelho,
Antes do amarelo; e passa a ter por nome, a pior 
Alcunha de homem, que a torcida ao convidar, ao 
Invocar, faz convocar até a mãe; atrair, dizer de
Alguém em voz alta, para que venha ver o que o
Filho, presente, está a fazer; é mandar vir emitir
Com som alto e fazer sinal para que se aproxime
Numa mesa de chá-mate-inglês, o mate das cinco;
Não ando de ceroula e nem uso peça íntima do
Vestuário masculino, que cobre o corpo desde o
Ventre até as canelas; e o nevoeiro intenso e
Amplo, a cerração que trago dentro da cabeça, é
Pior do que a vegetação fechada, de pequenas
Árvores, arbustos e gramíneas; meu crânio é
Cercado, minha mente tem cerca, meu pensamento
É totalmente fechado; tenho o espírito coberto de
Nuvens e nevoeiros e minha alma se encontra
Dentro de mim, em lugar apertado, em lugar
Cerrado; é espesso o negror, que não consigo
Transpor, sinto a treva cerrar-se, e fechar-se,  
Sobre mim; sinto a escuridão só a querer me 
Cercar, apertar meu coração, encerrar a minha
Alma e concluir em tristezas todos os meus dias;
Meu Deus, porque cobrir-me tanto de nuvens?
Porque escurecer tanto assim a minha vida? tira
Este cerro das minhas costas; arreda da minha
Frente este pequeno monte penhascoso, esta
Colina que impede-me de ir de encontro da fé, da
Paixão, da verdade, da liberdade, da direção
Certa, com certeza e sem dúvida; não pretendo
Mais ser usado no certame, derrotado na luta e
No debate, reprovado no concurso e ficar de fora
No festival; tenho que dar um golpe certeiro, um
Tiro bem dirigido, dum franco-atirador, que acerta
Bem; e um acordo acertado, com qualidade de coisa
Com conhecimento de convicção e confiança, de 
Certidão certa; de documento certo que certifica
Legalmente, o certificado contido, o conteúdo
Particular de algo para certificar, afirmar de fato,
Passar para tornar ciente e conferir para convencer:
Sem erro; e de mãos dadas com o verdadeiro, ao
Lado do evidente, do exato, do que acerta e que
Tem ajustado, com prévia determinação dum, de
Algum, de qualquer um que certamente faz ação.

Dizeis que sou uma constante disputa; BH, 0210302001; Publicado: BH, 070202014.

Dizeis que sou uma constante disputa, 
Uma eterna contenda, infinita polêmica, infindo
Debate; discussão mirambolica e uma controvérsia
Peripatética, porém, no meu discurso, na minha
Oração; e dizeis que o Brasil precisa orar e na 
Minha exposição de ideias, de viva voz, ou por
Escrito, no meu conjunto de expressões e frases que, 
Estão dispostas com certa ordem e extensão, tais
Quais alguém declara em público o que 
Pensa sobre um assunto; oro, com fé e paixão,
Com fervor, oro: Senhor meu Deus, bondoso Pai
Celestial, manda Senhor, educação para o Brasil;
Pois só vejo as escolas sem professores e aumentar
O número de crianças fora das escolas e até para quem
Pode pagar, a educação já está transformada
Num pesadelo; Senhor meu Deus, proceda, Senhor,
Por meio dum raciocínio dedutivo, explicativo,
Um tanto discursivo, sobre o que acontece com a 
Saúde no Brasil; só vejo os hospitais cheios de
Doentes, pacientes, abandonados e os postos públicos
De saúde sem médicos e remédios; venha discursar
Para nós, Senhor Deus, falar em público, pronunciar
Em nossos ouvidos, expor com método e discorrer
Sobre uma maneira que possamos adquirir saúde;
Seja, Senhor, o nosso discursador e cura a nossa
Discromopsia, o nosso estado em que as nossas vistas,
Confundem certas cores com outras que distinguem
E mostra-nos a verdade e a liberdade; Senhor
Meu Deus, só vejo é a burguesia cada vez mais burguesa,
E a elite cada vez mais elitizada; e o rico cada
Vez mais rico e o pobre cada vez mais pobre; só sinto
O aumentar da miséria, da desgraça, da pobreza, do 
Abandono e do descaso; até a natureza está ao 
Deus dará; a água está a secar e os rios estão a 
Acabar; até quando, Senhor meu Deus, viveremos
Assim abandonados, a orar ao Senhor, a pedir
E a clamar, com fé e paixão e só a ver o
Brasil não melhorar; só a ver a volta das
Epidemias e das doenças que já estavam extintas;
O sol que era tão bom, já está a causar perturbação
Da pigmentação, danos na pele, através da discromia; e o
Negro continua a sofrer discriminação e a discriminar,
Ensina o negro a efetuar a soma do passado com o
Presente e o futuro;  ensina o negro a distinguir o
Caminho, para que ele possa discernir e não sofrer
E nem estabelecer graus de diferença e de qualidade
Entre os irmãos; afasta de nós o espírito discriminante,
O ego discriminador e que todo aquele que
Discrimina o próximo, usa o discernimento ao
Contrário, inverte a distinção humana e Deus,
Senhor, quanto a mim, dai-me discrição, toda
A qualidade do que é discreto, com sensatez e
Modéstia; que eu seja reservado no mundo, em
Palavras e em atos, que eu seja circunspecto, também
Prudente e recatado, para que não aprenda a
Discrepar, a divergir de opinião com os meus
Semelhantes e aprenda a não discordar nunca
Dos preceitos da humanidade; e ao atingir a felicidade,
Afasta de dentro de mim, todo teor discrepante,
Todo mal que discrepa, e que diverge e que é
Discordante da Tua linha de conduta; não
Quero, Senhor, disparidade Contigo; não quero, Senhor,
Divergência e nem discrepância, quero só derramado
Sobre mim o sangue do teu filho Jesus, para acabar
Com a discrasia do mau; acabar com a composição
Anormal do meu sangue e líquidos orgânicos; dizem
Que o Brasil precisa orar, o povo de lar, de
Casa e moradia; o povo precisa de segurança,
Fim das armas e da violência e quando será
Que iremos caminhar para esse destino? um
Destino de paz, sem tragédias, sem caos, vem,
Senhor, discorrer para nós, espalhar-se no nosso meio,
Difundir-se entre os povos; expor a melhor maneira
De vivermos e analisarmos uma vida melhor; volta-Te,
Senhor, até quando ficaremos sem o teu correr
Para os nossos diversos lados e por nossas diferentes partes?
Responda, a acabar com a discórdia, a desarmonia
Da humanidade; a discordância entre os homens, a
Pôr fim à luta e à desordem mundiais; sei que
São tantas as coisas, que por mais que ore, ainda
Ficaria muita coisa para ser orada por ela,
Fica muita coisa ainda fora da corrente e só
O fato de enumerá-las, seria tão longo quanto
Uma eternidade; porém, para o Senhor, a eternidade
É um segundo e o Senhor as conhece todas, desde a
Formação delas no ventre da própria mãe, amém.

Minha mente está desembestada e numa corrida impetuosa; BH, 0220302001; Publicado: BH, 040202014.

Minha mente está desembestada e numa corrida impetuosa,
Contra a vida e a morte e insofreável, de cavalo quando toma
O freio nos dentes; é que, perdi toda a inteligência, tal qual o 
Ato de tresmalhar-se o gado, na disparada pelas pradarias, 
Num tudo, em busca dum nada; pois, a minha alma é dispar, 
Totalmente desigual e ainda diferente e a disosmia, a pertubação
E o enfraquecimento do olfato, não deixa-me perceber, o cheiro 
Do saber; a falta de apetite que causa-me a total ausência de 
Sabedoria e a disorexia que causa-me a falta de conhecimento, 
Como a fraca visão, da disopia, de minha miopia hereditária
Que, não permite-me enxergar, ter o dom do visionário; antes 
Que a dismnésia, a fraqueza da memória tomar conta da minha
Cabeça, lembranças e recordações; e tudo isso me faz 
Chorar, tudo faz-me prantear, um pranto dismenorreio, um 
Chorro de lágrima, tal a dismenorreia, a menstruação dolorosa; 
E a pertubação da expressão verbal, impede-me de falar em 
Virtude, razão e qualidade; por defeito da inteligência que, 
Ocasiona uma interrupção súbita em meio de uma frase, não
Consigo, por causa da dislogia, expressar uma
Única sentença; e o que resulta é a repugnância
Pela dificuldade mental e patológica de ler; é a
Dislexia que afoga-me na ignorância, que sufoca-me
Nas trevas e no vácuo da dislalia, por não articular
Palavras; nesse caso geralmente devido a lesão de
Órgãos externos e igual num disjuntivo da preposição,
Em que há dois predicativos, um dos quais tem de
Convir ao sujeito, com exclusão do outro; sou o outro,
E não componho as conjunções que estabelecem
Alternativas entre duas preposições contraditórias;
Sou a contradição, a dúvida e a ausência e próprio
Para disjungir, próprio para desunir, para separar,
Não consigo agregar em volta de mim, um único
Ser, ou ente, ou porvir; gostaria poder soltar-me do
Jugo, desprender-me da inércia e deixar de ser a
Alternativa, cujos membros se excluem mutuamente;
Deixar de ser a separação existente numa rocha
Pelas juntas, ou a supressão da conjunção copulativa
Entre duas frases; basta, meu ser não quer mais
Divisão, meu ente não chama-se mais desunião;
Basta de separação, de disjunção tão mórbida,
Prostrativa, funesta; para a disidrose, a secreção
Sudoral, cura a afecção cutânea caracterizada
Por vesículas nas mãos, e nos pés; e só sei que
Nesta disfunção, perturbação de uma função
Somática, o que gerou foi este ser disgenético,
Vindo dos indivíduos infecundos entre si, mas
Fecundos com indivíduos de outras raças; e o
Disgenésico, cujo o exemplar desconforme,
Extraordinário, é justamente este desproporcionado,
Monstruoso e disforme, que vos entretém, aqui 
E agora, com este deformar de escrita, o disformar
De toda a linguagem, o mal-estar e a ansiedade,
A alteração mórbida da saúde mental; e a disforia  
Física e é aí, que preciso de um disfarce, de um 
Fingimento e de uma dissimulação; preciso de tudo
Aquilo que serve para disfarçar, acabar com a 
Disfasia, e mandar para longe qualquer dificuldade
Ao falar e tudo que possa disferir-me, engrandecer-me,
E dilatar a minha consciência, sem a alteração da voz,
E a rouquidão da palavra, o som disfarçado da disfonia:
Cansei de ser assim, simulado e fingido; falso e 
Encoberto, despistado, a verdade não pode mais
Causar-me disenteria; deixei de ser aquele que sofre
E qualquer teor referente a disentérico, com irritação
E inflamação aos intestinos, de que resultam evacuações
Líquidas e constantes, pois a realidade parou de me 
Causar o incerto da alteração do sangue; o problemático
Que se pode discutir, tal assunto controvertido e não
Pretendo impugnar-me, só defender-me, a contestar sem
Contender e debater em questão, a examinar, a investigar
A atender as provas e pró e contra. 

Não serei obra que rodeia e fecha um terreno; BH, 02501002000; Publicado: BH, 0130502014. Não serei a obra que rodeia e fecha um terreno, Estarei bem perto e aproximadamente; e sairei do Terreno fechado, para dizer que o único recorde, Que faço questão de quebrar, é o recorde que O John Lennon mantém; o de ser o homem que Mais falou em paz e em amor no planeta; Farei questão de quebrar o recorde dele, não Será mais o homem que mais falou em Irmandade, fraternidade, humanidade, e boa Vontade entre os homens; e agora o ceramista sou Eu, eu que trabalharei a boa cerâmica, que Usarei a arte de modelar com o barro cozido; e Não farei cera, tal o gastar o tempo no futebol, e Não irei remanchar e trabalhar com lentidão; Livrarei a orelha do humor untoso que se forma No ouvido e o mundo inteiro poderá ouvir a voz da paz; Os homens não serão mais feitos de substância Produzidas pelas abelhas e não serão mais feitos de Vegetal semelhante e da idêntica extraída da parafina; O homem não será mais céptico, não será mais aquele Que duvida de tudo, que tem tendência para a dúvida e É partidário do ceptismo, da corrente filosófica que Faz da dúvida o centro de toda a atividade Do pensamento e ser o estado e a condição do céptico; É hora de acreditar, de tirar as dúvidas e só Acreditar, acreditar mo amor, na paz, na Harmonia e na fraternidade entre os homens; É hora de acreditarna irmandade e pôr Fim às guerras, às violências, às persegições, às Matanças e aos extermínios; é hora de acreditar Na inteligência a serviço do bem, é hora de Acreditar no bom, no fim da demagogia, no fim da Propaganda enganosa e da influência da mídia no cotidiano da vida do povo; independência só, Liberdade só, só prevalecer a verdade, só a realidade; Se por acaso eu não bater esse recorde, ponho a Cabeça no cepo, o pescoço no toro e deixo o cepilho, Aplainar a minha alamaa, como plaina de alisar madeira, e De fazer parte da sela de montar o meu próprio ser; e Deixarei me cepilhar por completo, deixarei acepilhar-me, Se não me formar de boa qualidade, de boa categoria, Videira especial, firme de tronco e cepa; e mando um Recado para John Lennon, estejas onde estiveres, para Mim não morreste, esrás, assim, pau a pau com Jesus Cristo, apesar de teres dito, que eras mais famoso do Que Jesus Cristo, que também foi um dos homens que Mais falou em amor e paz e perdão e arrependimento; E eu digo que estou aí para bater o recorde dos dois, e Todos lembrarão de mim, como o homem, que mais falou Em paz, em amor, em liberdade, verdade e busca de Felicidade para a humanidade; serei o Centurião, o Comendante da centúria, tal na Roma antiga, e Desenvolverei a narração histórica de toda a vida, Dividida em períodos de cem anos; é para fazer Conhecer a divisão política e militar do jeito que Era entre os antigos romanos, e serão centenas de Motivos para não copiar a guerra; e não precisará de Um centenário para entender que a guerra não é Necessária; e no espaço de um século, multiplicado Pelo produto do cêntuplo, mais a multiplicação de vezes A centuplicar e a de novo multilicar e a tornar cada vez Mais cem vezes mais o legítimo desejo do amo e da paz.

Não serei a obra que rodeia e fecha um terreno,
Estarei bem perto e aproximadamente; e sairei do
Terreno fechado, para dizer que o único recorde,
Que faço questão de quebrar, é o recorde que
O John Lennon mantém; o de ser o homem que 
Mais falou em paz e em amor no planeta;
Farei questão de quebrar o recorde dele, não
Será mais o homem que mais falou em
Irmandade, fraternidade, humanidade e boa
Vontade entre os homens; e agora o ceramista sou
Eu, eu que trabalharei a boa cerâmica que
Usarei a arte de modelar com o barro cozido; e
Não farei cera, tal o gastar o tempo no futebol e
Não irei remanchar e trabalhar com lentidão;
Livrarei a orelha do humor untoso que se forma
No ouvido e o mundo inteiro poderá ouvir a voz da paz;
Os homens não serão mais feitos de substância
Produzidas pelas abelhas e não serão mais feitos de
Vegetal semelhante e da idêntica extraída da parafina;
O homem não será mais céptico, não será mais aquele
Que duvida de tudo, que tem tendência para a dúvida e
É partidário do ceticismo, da corrente filosófica que
Faz da dúvida o centro de toda a atividade
Do pensamento e ser o estado e a condição do céptico;
É hora de acreditar, de tirar as dúvidas e só
Acreditar, acreditar mo amor, na paz, na
Harmonia e na fraternidade entre os homens;
É hora de acreditar na irmandade e pôr
Fim às guerras, às violências, às perseguições, às
Matanças e aos extermínios; é hora de acreditar
Na inteligência a serviço do bem, é hora de
Acreditar no bom, no fim da demagogia, no fim da
Propaganda enganosa e da influência da mídia no
Cotidiano da vida do povo; independência só,
Liberdade só, só prevalecer a verdade, só a realidade;
Se por acaso eu não bater esse recorde, ponho a
Cabeça no cepo, o pescoço no toro e deixo o cepilho,
Aplainar a minha alma, como plaina de alisar madeira e
De fazer parte da sela de montar o meu próprio ser; e
Deixarei me cepilhar por completo, deixarei acepilhar-me,
Se não me formar de boa qualidade, de boa categoria,
Videira especial, firme de tronco e cepa; e mando um
Recado para John Lennon, estejas onde estiveres, para
Mim não morreste, estás, assim, pau a pau com Jesus
Cristo, apesar de teres dito, que eras mais famoso do
Que Jesus Cristo, que também foi um dos homens que
Mais falou em amor e paz e perdão e arrependimento;
E eu digo que estou aí para bater o recorde dos dois e
Todos lembrarão de mim, como o homem, que mais falou
Em paz, em amor, em liberdade, verdade e busca de
Felicidade para a humanidade; serei o Centurião, o
Comendante da centúria, tal na Roma antiga e
Desenvolverei a narração histórica de toda a vida,
Dividida em períodos de cem anos; é para fazer
Conhecer a divisão política e militar do jeito que
Era entre os antigos romanos e serão centenas de
Motivos para não copiar a guerra; e não precisará de
Um centenário para entender  que a guerra não é
Necessária; e no espaço de um século, multiplicado
Pelo produto do cêntuplo, mais a multiplicação de vezes
A centuplicar e a de novo multiplicar e a tornar cada vez
Mais cem vezes mais o legítimo desejo do amor e da paz. 

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Meu comportamento é cerebral; BH, 02601002000; Publicado: BH, 0120502014.

Meu comportamento é cerebral,
Ajo com toda a constituição
E toda a capacidade do meu cérebro;
Não saio do raio da minha cerebração
E ainda da minha parte póstero-inferior do meu encéfalo;
Também participo com o meu cerebelo
E nada tenho a ver com Cérbero, o cão mitológico,
Guarda da porta do Inferno;
E nem ando com a cabeça em constelação Boreal
E a minha centelha é totalmente natural;
O raio e a faísca luminosa que carrego,
São pouco intensas porém,
Provêm da luz do Sol;
E a minha inspiração não brilha momentaneamente,
Não é intensa de lampejo,
Ela é de centelhar,
De brilhar e de luzir intermitentemente;
É de tremeluzir e de cintilar centenas de vezes por dia,
Dez dezenas de vezes por hora;
É de viver um centenário,
De um pessoa que tem cem anos;
É de viver o espaço de tempo dum século,
Com comemoração de aniversário de algum acontecimento importante;
Durante um segundo,
Cardinalmente a uma centena,
Durante um segundo
E não sofro censura,
Não tenho dentro de mim cargo de censor;
E sou contra exame de obras artísticas e literárias,
Textos de jornais e de revistas,
Autos duma publicação por funcionários do governo;
De órgão oficial que coordena esse exame com crítica,
Repreensão sem coordenação;
E sou contra censurar,
Pode até criticar,
Não repreender,
Praticar como se tudo fosse censurável,
Que merece e é passível do crivo do censor;
Do funcionário publico,
O aspone que aleija obras artísticas e literárias;
Censor não é nem para fazer o censo das populações,
Levantamento geral da população dum país ou região,
A englobar todos os dados a ela relativos;
E para fazer o recenseamentos,
Reconheço que não tenho a resistência do cerne;
A parte interna e mais dura do lenho das árvores;
Reconheço que sou frágil e não sou cerimonioso,
Não sou cheio de cerimônia e nem participo de cerimonial de espécie alguma;
Não conheço o código de formalidades para atos sociais ou religiosos
E vivo fora da etiqueta e fora da forma exterior e do ritual dum culto religioso;
Fujo de solenidades e de formalidades do trato entre pessoas que se conhecem pouco,
Sofro embaraço e acanhamento,
Porém não sou nenhum cenobita,
A pessoa que vive só e afastada da sociedade,
Igual monge ou monja,
Que vivem em convento;
Não sei se é por não ter a beleza da cerejeira,
A árvore frutífera da família das rosáceas e planta das
Mitárceas e seu fruto é a cereja;
Será porque não sou o útil cereal da planta que produz grãos
Farináceos e comestíveis;
E o pelo da cabeça já caiu,
E não é a cerda de teor espesso e resistente de alguns mamíferos;
E então só nos resta pedir que o mau que vem de dentro,
Que vem a roer nossas entranhas,
A roer nossas medulas,
Não venha nos exterminar antes da hora;
E só nos resta ter a esperança de envelhecermos  juntos,
Sadios e com saúde e sãos e lúcidos;
E envelhecemos conosco e com os nossos filhos e os filhos
Dos nossos filhos até o fim natural e sóbrio dos nossos dias; 
Nenhum cerco maligno impedirá a nossa felicidade,
Nenhum ato ou efeito de nos cercar,
Num lugar cercado de assédio militar ou de sítio;
Nada irá cercear a nossa serenidade na velhice e nem
Cortar cerce a nossa tranquilidade;
E em roda restringir o nosso círculo vital com o
Cerceamento que tenta impedir uma velhice livre
E rente com a liberdade que venha acumular a paz;
E não constranger os mais jovens e a sociedade,
Ou qualquer outro e que o dia a dia seja o circundar como o amor;
E o rodear de boas novas e a fuga de tudo que queira nos sitiar,
Nos fechar com cercas e nos mandar para a cercania,
Para os arredores longe da verdade e longe da realidade;
Não quereremos cercaduras e não será conosco o que orna
E o que vive ao contorno de alguma coisa,
Orla e moldura e não será o nosso caso
E seremos o centro da pintura.

Reconheço que a bebida fermentada e fabricada basicamente com água; BH, 03101002000; Publicado: BH, 040302014.

Reconheço que a bebida fermentada e fabricada basicamente com água,
Lúpulo e cevada, é a preferida; pode ser preta, a que é feita com o
Mais torrificado grão de lúpulo e a cevada mais carregada em cor; e é 
Da cervejada, é da reunião onde se bebe muita cerveja que o ser é 
Chegado; é da cervejaria, da fábrica e do lugar onde se vende que o 
Ente é freguês; é do cervejeiro que sou que estou a falar, não do
Fabricante e nem do vendedor, é do bebedor consumidor que sou e
Em cima da cerviz, no topo da cervical, nos sete primeiros ossos da
Coluna vertebral, equilibro um barril de cerveja; minha nuca, meu
Pescoço, minha cabeça contêm mais cerveja do que num tonel, meu
Único medo é morrer de cervicite, de inflamação do colo do útero; sou
Um cervo, cevado à cerveja, um mamífero artiodáctilo da família dos 
Cervídeos, viciado em cerveja, porém, se a minha cabeça não mudar:
Contém-na; se uma boa cerzideira, mulher que tem a profissão de 
Cerzir, coser, de modo que a costura não apareça exteriormente, com
Ou sem máquina de cerzidor, não fecha o rombo na minha cabeça; e 
Quanto à minha barriga, só o estado cesariano, a operação em que se
Abre o ventre, como se fosse o da mãe, para extrair o feto; e o rombo
Da minha cabeça é para ser deposto os despojos, como se depõe um
Regime de cesarismo, como se depõe um governo despótico, uma 
Autocracia, uma ditadura; uma contaminação com cério, metal raro, 
Elemento de número 58, com massa 140,1, vários isótopos, quase
Todos radioativos; só não posso é permitir a cessação, o desejo
Cessante, como a quantia ou o lucro não recebidos e o cessar da 
Cerveja e que não passe por mim o que cessa e sim a cessão, o
Ceder mais ao desejo e não parar, não acabar, não suspender e 
Nem interromper; deixar fluir e não desistir: suspender só o fogo
De fuzilaria, numa guerra qualquer, que esteja a acontecer pelo
Mundo; e de toda cerveja que tiver, sou cessionário, recebo e
Aceito, qualquer quantidade que conter no meu cesto da gávea, da
Plataforma com balaústre ao lado de um mastro que a atravessa; e
Na minha cesta, recipiente entrançado de verga, vime ou metal, com
Ou sem alça, ou asa, para guardar ou transportar objetos; rede sem
Fundo, presa a aro de ferro, em basquetebol, que não tem nada a
Ver comigo, não marco ponto nesse jogo; não sou nem cestinha e
Nem cesteiro e não gosto de sofrer cesura, não gosto de ostentar
Cicatriz, de corte e de cortar e de pausa interna, como nos versos de
Mais de quatro sílabas; e com o tempo, a gordura acumulada, vai a
Modelar, a transformar em cetáceo, em espécime e ordem de mamíferos
Marinhos, com forma de peixe, sem ceticismo de baleia; o cachalote
Cético no mar de cetim, igual ao tecido de seda macio e lustroso; e
Este cetro ninguém me rouba, é o bastão que serve-me de insígnia real
E de comando de poder no espaço ilimitado em que giram astros; no céu
Infinito e parte desse espaço limitado pelo horizonte, a abóbada celeste,
O firmamento, habitação divina para aonde vão os justos segundo a
Crença religiosa, providência divina, designativa de surpresa aberto e
Descoberto, inteiramente visível, com grande felicidade, quando chega
Bem gelada ao palato da boca palatina do palácio oral real.